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25 de janeiro de 2018 às 02:00

Nos EUA, vulcão ativo é estrela de parque nacional formado por erupções

Além de terremotos, furacões e um presidente que não acredita em aquecimento global, os Estados Unidos têm uma cadeia de vulcões impressionante ao norte de sua costa oeste. As maiores e mais recentes erupções continentais no país aconteceram no pico de La

Além de terremotos, furacões e um presidente que não acredita em aquecimento global, os Estados Unidos têm uma cadeia de vulcões impressionante ao norte de sua costa oeste. As maiores e mais recentes erupções continentais no país aconteceram no pico de Lassen, na Califórnia, e no Monte St. Helens, em Washington.

O pico de Lassen, um vulcão ativo que é estrela de um parque nacional a 300 km de Folsom (ou 150 km da cidade de Chico), tem um dos maiores domos de lava do mundo, graças a uma erupção em 1915, cujas cinzas chegaram a até 300 km de distância.

Pedras vulcânicas rolaram por 10 km e seguem até hoje intocadas numa das primeiras trilhas que o visitante encontra ao chegar de carro ao Lassen Volcanic National Park, numa região chamada Área Devastada.

É preciso criatividade e curiosidade, já que as tais "pedras vulcânicas" não se distinguem na aparência de rochas comuns, e o pico de Lassen pode passar batido como uma montanha qualquer. Mas o parque oferece mais.

A trilha mais impactante é a Bumpass Hell. Ela leva até uma plataforma que atravessa uma área hidrotérmica de 16 acres (6,5 hectares) repleta de poças de lama fervilhante, piscinas de águas cinzas e cheiro podre, além de buracos emitindo gases sulfurosos. A caminhada de ida e volta tem 5 km. O trecho costuma ficar fechado até o início de julho por causa da neve.

Aliás, em pleno verão californiano é possível brincar em campos inteiros cobertos de neve e tirar fotografias cinematográficas no lago Helen, semicongelado e cercado de pinheiros.

Uma estrada de 48 km corta o parque de norte a sul, com vários pontos de parada no caminho para observar a vista ou fazer piqueniques.

Ainda é possível começar outra trilhas, como a Kings Creek, de 5 km, que termina numa cachoeira de 12 metros.

Para quem quiser ver mais quedas d'água, a 15 minutos de carro da saída ao norte do parque fica a Burney Falls, mais impressionante, com 39 metros de altura e 76 de extensão.

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CERVEJARIA OFERECE TOUR GRATUITO COM DEGUSTAÇÃO

Muito antes do movimento hipster cervejeiro dos dias de hoje, na Califórnia dos anos 1970, o americano pioneiro Ken Grossman já fazia experimentos com grãos de malte e cones de lúpulo, com ajuda de equipamentos de laticínios reciclados, na pequena cidade de Chico, a 140 km da capital do Estado, Sacramento.

Em 1979, ele fundou com um colega sua própria cervejaria artesanal, a Sierra Nevada Brewing, nome em homenagem às montanhas ao leste de Chico que ele costumava escalar nas horas vagas. Hoje, a cervejaria é a sétima maior dos EUA e ainda continua nas mãos de Grossman, 63, agora um bilionário.

Chico, com 90 mil habitantes, fica no meio do caminho entre o presídio de Folsom e o parque vulcânico de Lassen.

Talvez não seja coincidência que tenha sido eleita a cidade mais "bêbada" do Estado, onde 34% das mortes no trânsito estão relacionadas ao abuso de álcool e 18% dos adultos bebem muito.

É preciso cautela para não sair embriagado da visita gratuita oferecida pela Sierra Nevada, que começa com um copo de cerveja e termina uma hora e meia depois com outra degustação, mais generosa, de diversas criações.

O local tem um restaurante separado, uma boa parada para descansar e absorver tanto álcool.

Há outros tours pagos pela cervejaria, como um mais detalhado sobre a fabricação de cervejas e outro sobre sustentabilidade, um dos diferenciais da região, que só usa matéria-prima orgânica e tem mais de 10 mil placas solares.

Além de dar uma espiada nos tanques de fermentação e observar os funcionários no setor de embalagens, o visitante pode entrar nos depósitos, que exalam aromas de lúpulos, uma raridade em passeios por cervejarias.

Fonte: FOLHA

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