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11 de julho de 2018 às 02:00

Gestão Covas vê alto risco a moradores e vai interditar prédio invadido na Sé

A gestão Bruno Covas (PSDB) decidiu interditar um prédio invadido na rua do Carmo, na praça da Sé, por acreditar que ele coloca em alto risco os seus moradores, que devem deixar o edifício conhecido como ?Caveirão? até o final da semana.

A gestão Bruno Covas (PSDB) decidiu interditar um prédio invadido na rua do Carmo, na praça da Sé, por acreditar que ele coloca em alto risco os seus moradores, que devem deixar o edifício conhecido como “Caveirão” até o final da semana.

Setenta e nove famílias habitavam o prédio localizado no centro de São Paulo até a semana passada, quando a prefeitura chegou a acordo com os moradores para que deixassem o local. Quinze famílias abandonaram o espaço até sexta-feira (6), quando a administração municipal fez a última contagem.

O prédio, propriedade privada, será interditado assim que as famílias o deixarem. Elas ganharão auxílio-aluguel de R$ 400 mensais por um ano. Segundo a Secretaria de Habitação, 40 famílias já sacaram o benefício e o restante o receberá nesta semana.

Um dia após o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, no largo do Paissandu, em maio, a gestão Covas anunciou uma força-tarefa para vistoriar 70 prédios invadidos pela cidade, 56 deles na região central da cidade.

Cinco equipes coordenadas pela Defesa Civil fazem as vistorias, com técnicos de diferentes secretarias, como a de Habitação, a de Assistência Social, a de Direitos Humanos e a de Urbanismo e Licenciamento.

Segundo o prefeito, em torno de 5.500 famílias vivem nessas 70 invasões.

Em maio, reportagem da Folha mostrou os atributos que fazem com que o “Caveirão” tenha o apelido. Trata-se de um esqueleto de prédio que ficou no meio do caminho entre a construção e a sua ruína. Se tivesse sido concluído, deveria ser um edifício-garagem.

Onde existem, as paredes são de tijolos expostos que não chegam a fechar completamente um andar. As pilastras estão tão desgastadas que deixam aparecer as vigas de metal que as sustentam.

Tábuas e pedaços de madeira completam a fachada, e as escadas entre os andares também são de madeira --material combustível em incêndios.

Em nota, a Defesa Civil diz ter indicado a necessidade de interdição após identificar que o edifício não apresenta condições de segurança. 

A Secretaria de Habitação afirma que "o auxílio é um subsidio de R$ 400 pago às famílias nestas situações: localizadas em área de risco iminente, em frente a obras públicas, incêndio ou por determinação judicial. Atualmente cerca de 28 mil famílias o recebem."

Fonte: FOLHA

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